segunda-feira, 19 de agosto de 2013
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
11 DE AGOSTO - DIA DO ESTUDANTE - Escola Municipal Haroldo Jorge Braun Vieira
Homenagem ao Dia do Estudante
Bingo, sorteio de brindes e lanche especial.
O Dia do Estudante é uma data especial, pois é uma homenagema todas as pessoas que valorizam o conhecimento e o crescimento pessoal. É comemorado em 11 de agosto porque esta é a data em que foram criados os dois primeiros cursos de nível superior no país: ciências jurídicas e ciências sociais. Isto ocorreu no ano de 1827, por decreto de D. Pedro I. Antes disso, quem quisesse cursar o ensino superior, teria que ir até a Europa, pois era só do outro lado do oceano que existiam universidades.Dessa forma, somente pessoas de famílias ricas poderiam concluir seus estudos, fato que acentuava ainda mais as diferenças sociais no Brasil. A data comemorativa foi instituída por ocasião da comemoração do centenário de criação dos cursos.
Vale lembrar que ao longo dos anos este dia também marcou eventos importantes, como a criação da União Nacional de Estudantes –UNE, em 1937, que é a entidade representativa dos estudantes em nosso país.
Estudo e perspectivas
Estudar é exercitar a memória para adquirir conhecimentos, aprender. Mas, para que isso aconteça, o estudante deve frequentar uma escola e participar das atividades propostas, fazer as tarefas de sala, bem como as passadas para serem feitas em casa, além de estudar, em casa, os conteúdos que foram passados em sala de aula.
Com o passar dos anos, passa a entender as matérias através da reflexão e da análise das mesmas.
Os estudantes devem ser responsáveis com seus estudos, pois o sucesso profissional virá através de muita dedicação. Além disso, merecem todo respeito e consideração de seus familiares, pois é o seu trabalho.
SEMANA DA SAÚDE - Escola Municipal Haroldo Jorge Braun Vieira
A vacina contra o papilomavírus humano (HPV) vai começar a ser oferecida pelo SUS, a partir de março de 2014, para meninas de 10 a 11 anos.
Saiba mais http://slidesha.re/14lRP2L e compartilhe o infográfico.
Primeiros Socorros para crianças

As crianças podem nos surpreender e, em segundos, se envolverem numa situação de risco. Cortes, quedas, engasgos e queimaduras são alguns exemplos. Você sabe como prestar os primeiros socorros a uma criança? Prestar os primeiros socorros é muito diferente de medicar. Estamos falando da primeira assistência a quem precisa. O passo seguinte é procurar um hospital para se certificar que está tudo bem. Veja as orientações para os procedimentos mais apropriados em situações de emergência.
Engasgos
O que fazer: a técnica indicada para crianças de até sete anos é a da tapotagem. Consiste em inclinar o corpo da criança para frente e, com as mãos em concha, bater nas costas, até que o corpo estranho saia pela boca.
Após essa idade, se aplica a Manobra de Heimlich, conhecida como compressão abdominal. Essa técnica é parecida com abraçar uma pessoa pelas costas e fazer compressão com a mão para dentro e para cima, ao mesmo tempo. Antes dos sete anos, a manobra não é indicada, por ser mais agressiva. Não aplicada corretamente, poderá comprometer as costelas da criança.
O que NÃO fazer: o reflexo imediato de muitas mães, de tentar tirar o que está obstruindo as vias respiratórias, colocando o dedo na garganta da criança, não é indicado caso o objeto não esteja visível e com fácil acesso. Isso pode fazer com que o problema se agrave.
Queimaduras
O que fazer: queimaduras por líquido quente são frequentes em crianças. O mais indicado, se for uma queimadura leve, é colocar a parte do corpo queimada debaixo de água corrente por 15 minutos. Se a queimadura for muito grave e a pessoa não estiver respirando, é preciso fazer respiração boca a boca. Nesses casos, chame o SAMU (192) imediatamente.
O que NÃO fazer: ao contrário do que muita gente pensa, não se deve passar pasta de dente ou colocar pó de café.
Intoxicação
O que fazer: o mais indicado é levar a criança para um hospital. Se possível, leve também a embalagem do produto ingerido, para que os médicos possam prescrever os procedimentos mais eficazes.
O que NÃO fazer: uma coisa que muitos fazem erradamente é dar leite para cortar o efeito. Não é indicado. Da mesma forma, tentar fazer a criança vomitar também não é recomendável. O melhor mesmo é levá-la a um médico.
Fratura e torção
O que fazer: o único jeito de saber se houve ou não fratura, quando ela não é visível, é fazer uma radiografia. O que se deve fazer inicialmente é colocar gelo no local, observar o inchaço e verificar se tem hematoma (região roxa). Se a inchação continuar e tiver muito hematoma, é possível que tenha havido uma lesão óssea. Além de diminuir o inchaço, o gelo acalma a dor. Se a dor persistir, procure um hospital.
Queda
O que fazer: se bateu a cabeça, a criança deve ser examinada por um médico. Os responsáveis devem ficar atentos a vômitos e ao estado geral da criança. Se ela estiver entristecida, confusa ou não dormir bem, deve-se levá-la ao hospital imediatamente.
O que NÃO fazer: não deixar a criança dormir se ela bater a cabeça é um mito. Isso foi criado porque pensavam que, nesses casos, ela poderia entrar em coma. Mas uma pessoa dormindo, com respiração e batimentos cardíacos normais, é diferente de quem está em processo de perda de consciência.
Corte
O que fazer: o local deve ser lavado com água e sabão. Depois faça uma compressão com gaze ou pano limpo, para estancar o sangramento. Se o corte não for superficial, é melhor procurar um hospital para avaliar a necessidade de dar pontos. Deixar para suturar depois pode inviabilizar o procedimento, porque, em poucas horas, o risco de infecção aumenta e a sutura deixa de ser recomendada.
Afogamento
O que fazer: a primeira providência é verificar se a criança está respirando. Se não estiver, deve-se iniciar um procedimento conhecido como Reanimação Cardiopulmonar (RCP).
Essa técnica é complexa e o ideal é aprendê-la através de um treinamento específico. Se ninguém souber e não houver tempo para chamar socorro, a respiração boca a boca é mais simples. Ventila-se duas vezes dentro da boca da vítima, mantendo as narinas fechadas.
Transporte de vítima
O que fazer: chamar a ambulância. Transportar, por conta própria, alguém que sofreu algum tipo de trauma é perigoso. Em casos de fratura, o transporte deve ser realizado com o membro fraturado sobre uma superfície plana. Em casos de suspeita de trauma na coluna, deve-se evitar manipulações e solicitar remoção por uma ambulância. Só o transporte feito por profissionais treinados garante a estabilidade da vítima.quarta-feira, 26 de junho de 2013
sábado, 1 de junho de 2013
As divertidas festas juninas - Escola Municipal Haroldo Jorge Braun Vieira
Festas Juninas
Os lugares onde as festas acontecem são variados. Escolas, ruas, praças e clubes são decorados com bandeirinhas; barraquinhas são montadas e fogueiras de todos os tamanhos ardem para alegrar o ambiente e espantar o frio dessa época. Diferentes quitutes são oferecidos, usualmente comidas típicas, como canjica, pé-de-moleque, pipoca, amendoim torrado e batata-doce. As bebidas mais servidas são o quentão e o vinho quente. O ponto culminante nas Festas Juninas é a dança da quadrilha, oportunidade em que várias danças enchem de graça e alegria o ambiente.Junho é o mês das alegres e coloridas Festas Juninas. Neste período, praticamente em todo o Brasil, são construídos os chamados arraiais. As Festas Juninas têm por objetivo principal homenagear três santos: Santo Antônio, no dia 13, São João, no dia 24, e São Pedro, no dia 29.
As festas juninas que se realizam no Brasil estão claramente associadas ao período em que predominou a produção agrícola no país. E a razão disso está na própria origem européia dessas festas que celebravam as boas colheitas. Assim, entre nós, por serem realizadas inicialmente nos sítios e nas fazendas, reunindo a população rural, elas passaram a ser conhecidas também como festas caipiras. Com a industrialização do país, grande parte da população brasileira se deslocou para as cidades e como habitantes de grandes centros urbanos não têm oportunidades de freqüentar autênticas festas juninas. Muitas vezes, quem as promovem são as igrejas, para arrecadar fundos para suas obras sociais, e as escolas, como forma de preservar uma rica tradição da cultura brasileira.
Espalhadas pelo Brasil existem ainda muitas festas em louvor aos santos juninos, muito populares entre o povo: Santo Antônio, São João e São Pedro.
As festas juninas já se chamaram joaninas - No século IV, existiram nos países católicos europeus as chamadas festas joaninas, realizadas em louvor a são João Batista. Será que aí está a origem das festas juninas tais como as conhecemos hoje em muitas partes do Brasil?
Não é bem assim, pois os festejos joaninos tiveram sua origem nas festas pagãs que celebravam as colheitas agrícolas. A Igreja Católica, porém, deu a essas festas um caráter cristão. A fogueira, por exemplo, que anteriormente era construída em honra da fertilidade da terra, passou a ser usada como uma medida preventiva para afastar pragas agrícolas. E as divindades pagãs, homenageadas na ocasião, foram substituídas por são João Batista, pois o dia dedicado a esse santo - 24 de junho - estava próximo do período em que, nos países europeus, os lavradores comemoravam as colheitas.
Além disso, no mês de junho, em datas próximas à de são João, os católicos homenageavam outros santos: santo Antônio, no dia 13, e são Pedro, no dia 29. Assim, as festas desses três santos passaram a ser chamadas de juninas.
Os portugueses cultivavam essa tradição e trouxeram-na para o nosso país quando começaram a colonizá-lo. Como o território brasileiro era muito grande, com o passar do tempo as comemorações portuguesas foram agregando variações regionais, apesar de conservarem um núcleo religioso comum de louvor aos santos do mês de junho.
É essa diversidade que podemos apreciar em muitos lugares do Brasil, principalmente onde as comunidades se preocupam em preservar nossas festas populares.
Uma boa fogueira, comida gostosa e uma movimentada quadrilha
A produção agrícola foi sempre muito importante para todos os povos, pois significava a obtenção de alimentos. Sabe-se, por exemplo, que desde o Neolítico as comunidades humanas começaram a desenvolver técnicas de plantio e cultivo de cereais. Durante a Idade Média as práticas agrícolas começaram a ser mais sistematizadas e a produção, organizada nas terras dos senhores feudais, contavam com as atividades de seus servos. As colheitas, porém, não dependiam apenas do trabalho dos servos e da qualidade do solo, mas também da situação política, do equilíbrio ecológico e da condição sanitária do povo. Assim era preciso que houvesse paz, que não ocorressem invasões do território por grupos considerados inimigos, que não chegassem as pragas que dizimavam as plantações e que ficassem afastadas as pestes que matavam muitas pessoas.
Desse modo, obter uma boa safra era quase um feito heróico realizado por muita gente. Por isso, a colheita era ocasião de uma grande festa em geral realizada no campo, com os trabalhadores reunidos em torno de uma grande fogueira em homenagem à fertilidade da terra e ao sucesso da produção. Ainda no início da Idade Média, com a expansão européia do catolicismo, a tradição da fogueira foi alterada: passou a significar uma medida para afastar os insetos que poderiam destruir as plantações e um ato de louvor a um são João, um santo católico com data festiva próxima do período das colheitas no continente europeu. Foi desse ponto e por meio da colonização portuguesa que a fogueira junina chegou até nós.
Quadrilha, uma dança francesa nos terreiros caipiras - Dos terreiros juninos brasileiros fazem parte a gostosa comida caipira, isto é, a comida feita com produtos do campo. Entre tantas outras iguarias estão bolo de milho, bolo de mandioca, pinhão cozido, pipoca, amendoim torrado, frango assado e pão de queijo. E para acompanhar tudo isso, muitas pessoas não dispensam um tradicional quentão.
E a quadrilha? Como veio parar nas festas juninas brasileiras? Segundo alguns pesquisadores, a quadrilha, como uma dança em que os casais trocam de pares, originou-se em bailes rurais franceses e depois passou a fazer parte dos bailes da nobreza. Portugal parece ter adotado essa forma francesa de dançar e a trouxe para o Brasil no século XIX, quando a família real portuguesa transferiu-se para o nosso país.
Entre nós, a quadrilha conservou algumas características francesas e acrescentou outras mais ao gosto do nosso povo. Algumas palavras ditas por quem dirige a dança vêm do francês , como "tour" (fazer uma volta), "balancer" (balançar o corpo), "en avant" (para a frente). Na seqüência da quadrilha, entretanto, existem muitos passos e movimentos que são os acréscimos brasileiros à antiga dança. Nesse sentido, ganha destaque o casal de noivo e outros personagens que habitualmente faziam parte de um casamento entre pessoas da roça.
Nessa época, muitas festas animam as comunidades espalhadas pelo Brasil. Os gaúchos costumam realizar a primorosa dança das fitas. No norte do país, o boi-bumbá exibe o capricho com que o povo da região preserva sua tradição. Já em muitas cidades do Centro-Oeste são apreciadas as danças do cururu acompanhadas por viola e ritmadas pelo sapateado e pelo canto cheio de rimas dos dançarinos. Na região Sudeste, o que mais se vê são as barraquinhas de quermesse que promovem sorteio de prendas e que vendem, além de algumas comidas típicas da época do Brasil agrícola - milho cozido, pinhão cozido, cuscuz , bolo de fubá -, iguarias que se popularizaram no país com a chegada dos imigrantes europeus, como quibe, esfiha e pizza. No Nordeste, os participantes de uma festa junina podem saborear doces brasileiros como o bolo de mandioca e tomar parte do popular forró que, com suas músicas alegres e contagiantes, faz todo mundo dançar.
As famosas festas brasileiras
Atualmente, festas famosas atraem muitos turistas, como as de Caruaru, em Pernambuco; de Fortaleza, no Ceará; de Campina Grande, na Paraíba; e do Sesc Itaquera, em São Paulo.
Fogo no céu!Meu livro de Folclore Fontes consultadas: Antologia do Folclore Brasileiro, de Luís da Câmara Cascudo. São Paulo, Global, 2001. Almanaque Abril 2001 - Brasil. São Paulo, Abril, 2001. Dicionário da Idade Média. Zahar, Rio de Janeiro,1991. |
sexta-feira, 31 de maio de 2013
31 de Maio - Dia Mundial SEM TABACO - Escola Municipal Haroldo Jorge Braun Vieira
Restrição de propaganda diminui número de fumantes, diz relatório
Entre 1989 e 2010, um a cada três fumantes brasileiros deixaram de fumar por causa da redução de propagandas de cigarro. É o que aponta o relatório Política Internacional do Controle do Tabaco sobre o Brasil. Os dados também revelam que o tabagismo poderia ser reduzido em até 7%, até 2050, se as propagandas de cigarro fossem totalmente proibidas. O estudo, coordenado no Brasil peloInstituto Nacional de Câncer (INCA), foi lançado nesta terça-feira em Brasília.
A secretária executiva da Comissão do INCA para Controle do Tabaco, Tania Cavalcante, conta que o objetivo do relatório é chamar a atenção da população para os riscos da doença. “A Organização Mundial de Saúde traz para reflexão em nível global o papel da propaganda e da promoção de produtos do tabaco como um determinante da expansão do tabagismo e, principalmente, chama a atenção para que a proibição total dessas atividades ajudará os países a reduzir a prevalência do tabagismo e, principalmente, reduzir as morte por doenças tabaco-relacionadas entre elas câncer, doenças respiratórias crônicas, as cardiovasculares e o diabetes.”
Segundo a Organização Mundial da Saúde, o tabaco mata cerca de 10 mil pessoas por dia e é a principal causa de morte no mundo. Pensando nas consequências da dependência, o aposentado Raimundo de Souza que fumou por quase 40 anos decidiu largar o cigarro. “Quando eu fumava eu andava cansado, hoje eu não sinto mais cansaço, com cigarro não é bom, fede, é um negócio muito nojento, a gente fica com os dedos amarelos, os dentes. Eu digo, vou parar, eu falei comigo mesmo, vou parar e parei mesmo, opinião, porque é difícil sabe, cigarro é uma droga, é um vício, não vou fumar mais não.”
O relatório Política Internacional do Controle do Tabaco sobre o Brasil foi realizado com adultos fumantes e não-fumantes no Rio de Janeiro, São Paulo e Porto alegre em 2009 e entre 2012 e 2013.
Fonte: Hortência Guedes / Web Rádio Saúde
Entre 1989 e 2010, um a cada três fumantes brasileiros deixaram de fumar por causa da redução de propagandas de cigarro. É o que aponta o relatório Política Internacional do Controle do Tabaco sobre o Brasil. Os dados também revelam que o tabagismo poderia ser reduzido em até 7%, até 2050, se as propagandas de cigarro fossem totalmente proibidas. O estudo, coordenado no Brasil peloInstituto Nacional de Câncer (INCA), foi lançado nesta terça-feira em Brasília.
A secretária executiva da Comissão do INCA para Controle do Tabaco, Tania Cavalcante, conta que o objetivo do relatório é chamar a atenção da população para os riscos da doença. “A Organização Mundial de Saúde traz para reflexão em nível global o papel da propaganda e da promoção de produtos do tabaco como um determinante da expansão do tabagismo e, principalmente, chama a atenção para que a proibição total dessas atividades ajudará os países a reduzir a prevalência do tabagismo e, principalmente, reduzir as morte por doenças tabaco-relacionadas entre elas câncer, doenças respiratórias crônicas, as cardiovasculares e o diabetes.”
Segundo a Organização Mundial da Saúde, o tabaco mata cerca de 10 mil pessoas por dia e é a principal causa de morte no mundo. Pensando nas consequências da dependência, o aposentado Raimundo de Souza que fumou por quase 40 anos decidiu largar o cigarro. “Quando eu fumava eu andava cansado, hoje eu não sinto mais cansaço, com cigarro não é bom, fede, é um negócio muito nojento, a gente fica com os dedos amarelos, os dentes. Eu digo, vou parar, eu falei comigo mesmo, vou parar e parei mesmo, opinião, porque é difícil sabe, cigarro é uma droga, é um vício, não vou fumar mais não.”
O relatório Política Internacional do Controle do Tabaco sobre o Brasil foi realizado com adultos fumantes e não-fumantes no Rio de Janeiro, São Paulo e Porto alegre em 2009 e entre 2012 e 2013.
Fonte: Hortência Guedes / Web Rádio Saúde
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