segunda-feira, 25 de março de 2013

Data Magna - Escola Municipal Haroldo Jorge Braun Vieira

Hoje, 25 de março, é a "Data Magna" do Ceará, 129 anos da Libertação dos Escravos no Ceará.

É lembrado que o Estado foi a primeira província brasileira a abolir a escravidão em 1884, 4 anos antes que o restante do país. 

Tamanha 'Redenção' rendeu ao estado o título de "Terra da Luz" e ao povo cearense o orgulho do pioneirismo na luta pela igualdade.

Dia do Maracatu é celebrado com cortejo pelo Centro e coroação de rainhas 
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22/03/2013 | Cultura

A partir de março, todo dia 25 passa a celebrar os maracatus com uma programação diversificada


O tradicional cortejo terá início às 16h, com a concentração no Parque da Liberdade (Foto: Nely Rosa)


Nesta segunda-feira (25/03), a Prefeitura Municipal de Fortaleza comemora o Dia do Maracatu, manifestação típica da cultura e da miscigenação local. O tradicional cortejo terá início às 16h, com a concentração no Parque da Liberdade. Em seguida, os Maracatus seguem pelas ruas Centro até a Igreja do Rosário onde acontece a lavagem do entorno da Igreja pelos grupos de Afoxés. Às 18 horas, as rainhas dos maracatus serão coroadas.



O cortejo contará com a participação dos maracatus Nação Pici, Rei do Congo, Axé de Oxóssi, Nação Iracema, Az de Ouro, Vozes da África, Nação Fortaleza, Rei de Paus, Nação Baobab, Filhos de Iemanjá, Solar Kizomba e Rei Zumbi. Além dos maracatus, participam os grupos de afoxé Obá Sá Rewà, Oxum Odalá, Filhos de Oyá e Acabaca. O encerramento está previsto para às 19 horas.


Dia 25 é Dia de Maracatu

Uma novidade para este ano é que, a partir de março, no intuito de apoiar e propagar uma das expressões mais tradicionais da nossa cultura popular, todo dia 25 contará com uma programação dedicada exclusivamente aos maracatus, com apresentações que acontecerão em diversos pontos da Cidade. “Essa foi uma das formas que encontramos de tornar a tradição dos maracatus mais visível para o fortalezense ao longo do ano e de valorizar essa importante manifestação”, acredita o Secretário da Cultura de Fortaleza, Magela Lima.


Para Arnaud Silvério, presidente da Associação Cultural das Entidades Carnavalescas do Estado do Ceará (Acecce), a nova programação é muito positiva, já que o maracatu é um cortejo rico, que precisa ser propagado pela cidade. “Essa programação vai alavancar a divulgação do nosso maracatu. Essas apresentações, que ocorrerão a cada dia 25, serão uma oportunidade para as pessoas que não conhecem o maracatu de Fortaleza, passarem a conhecer”.

O Dia Municipal do Maracatu

Criado oficialmente pela Lei Municipal nº 5.827 de 1984, o Dia do Maracatu é comemorado no dia 25 de março, data em que se celebra, igualmente, a libertação dos escravos no Ceará (25 de março de 1884). O Ceará foi o primeiro estado brasileiro a abolir a escravatura, quatro anos antes da promulgação da Lei Áurea, em 13 de março de 1888. Razão pela qual o escritor José do Patrocínio teria batizado o Ceará como Terra da Luz.

Serviço
Dia do Maracatu – Programação

16h – Concentração no Parque da Liberdade (Cidade da Criança)
17h – Cortejo de Maracatus pelas ruas do Centro de Fortaleza
17h30 – Lavagem do entorno da Igreja de Nossa Senhora do Rosário (Praça dos Leões) pelos grupos de Afoxés
19h – Encerramento

sexta-feira, 22 de março de 2013

1° dia de aula - Educação de Jovens e Adultos - EJA - Escola Municipal Haroldo Jorge Braun Vieira

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Seja bem-vindo, sua presença muito nos alegra!

Mais um ano letivo se inicia... com ele, novas expectativas, novos projetos, novos anseios, novos desejos, invadem o coração de cada aluno, de cada professor e de cada funcionário. 2013 será um ano de descobertas e realizações.


volta as aulas 2013


Se a escola fosse uma orquestra 




Se a escola fosse uma orquestra, seria possível ouvir-se a sinfonia da compreensão humana?


Como haver sinfonia se cada músico está com seu instrumento em um tom? Onde está o autor da sinfonia? Ou será que a orquestra é que não quer tocá-la?

A orquestra está desafinada.

E o maestro? Deve ser responsabilizado pelo insucesso?

E os ouvintes, por que não gritam?

Estão mudos?

Não; não sabem gritar.

Gritam, às vezes, buscando em outro músico o fracasso advindo do tom desafinado que emitem.

E você? Também é músico nesta orquestra?

A escola nunca será orquestra, se cada músico não se afinar. Os músicos devem interpretar a partitura da compreensão humana, para atender a cada ouvinte na sua individualidade.

Não basta simplesmente tocar.

A harmonia entre os músicos e os ouvintes é a compreensão, o respeito, a doação, o "assumir", é a responsabilidade, o envolvimento com o trabalho.

Reaja diante da música. Se um tom soa-lhe desafinado, pare!

O ponto de espera é calmo e longo; com sua ajuda virá outra música.

Com certeza será o início de uma verdadeira orquestra onde todos possam entoar a música da Paz, da Harmonia, da Colaboração e do Respeito Mútuo.

(autor desconhecido)


Foto


Vídeo de Boas-Vindas





Paulo Freire


Paulo Reglus Neves Freire


Paulo Reglus Neves Freire nasceu em 19 de setembro de 1921 em Recife, PE. Apesar de pertencer a uma família de classe média, Freire vivenciou a pobreza e a fome na infância durante a depressão de 1929. Uma experiência que o levou a se preocupar com os mais pobres e o inspirou a construir seu revolucionário método de ensino. 



Uma das motivações para a sua elaboração pedagógica partiu de seus estudos sobre a linguagem do povo. Paulo Freire participou do Movimento de Cultura Popular (MCP) do Recife e do Serviço de Extensão Cultural da Universidade do Recife, sendo, inclusive, um dos seus fundadores e primeiro diretor. 



Destaca-se, principalmente, o trabalho realizado em Angicos, no Rio Grande do Norte, em 1962, onde começaram as primeiras experiências de alfabetização – o Método Paulo Freire. Em 1963, foi chamado à Brasília para coordenar, no MEC, a criação do Programa Nacional de Educação. 



Por seu empenho em ensinar os mais pobres, Paulo Freire tornou-se uma inspiração para gerações de professores, especialmente na América Latina e na áfrica. Mas, em 1964, o golpe militar reprimiu todos os trabalhos de mobilização popular. Paulo Freire foi acusado de subverter a ordem ao utilizar suas campanhas de alfabetização, sendo preso e exilado por mais de 15 anos. 


Em 1980, voltou ao Brasil e assumiu cargos de docência na PUC – SP e na Unicamp e, entre 1989 e 1991, trabalhou como secretário da Educação da Prefeitura de São Paulo. 

É autor de uma vasta obra traduzida em várias línguas. Dentre os livros mais conhecidos estão a Educação como Prática da Liberdade e a Pedagogia do Oprimido. 

O educador apresentou uma síntese inovadora das mais importantes correntes do pensamento filosófico de sua época, como o existencialismo cristão, a fenomenologia, a dialética hegeliana e o materialismo histórico.

Essa visão, aliada ao seu talento como escritor, ajudou-o a conquistar um amplo público de pedagogos, cientistas sociais, teólogos e militantes políticos.

Paulo Freire morreu em 02 de maio de 1997, em São Paulo, SP. Em 13 de abril de, 2012 por meio da Lei nº 12.612 foi declarado Patrono da Educação Brasileira pela Presidenta Dilma Rousseff. 







Dinâmicas

Quem são meus colegas? 


1. Divida os alunos em dois grupos e solicite que cada grupo elabore questões como se fossem repórteres. Diga que as perguntas podem ser sobre sua idade, se tem filhos, quanto tempo tem de profissão ou onde mora, por exemplo. 
2. Prontas as questões, cada grupo realiza uma pergunta de cada vez e o outro grupo responde. 
3. Avise que após a entrevista todos deverão elaborar um breve texto sobre tudo o que lembrarem e ao final da aula, sorteie alguns alunos para lerem suas produções escritas.

O que espero dessa nova série


1. Todo ano é a mesma coisa: o que esperar da série que se inicia? Uma situação desconhecida sempre dá um friozinho na barriga. Para diminuir a ansiedade dos alunos, registre no quadro algumas dúvidas e expectativas do grupo sobre o trabalho na nova série e convide alguns estudantes da série seguinte para respondê-las. Deixe que falem livremente sobre as suas impressões e vivências como ex-alunos da série. Esse intercâmbio, logo no início, deixa a turma mais segura, valoriza a cooperação e a interação entre diferentes classes.

O que penso ou sinto sobre… 

1. Inspirado em conteúdos transversais a serem trabalhados ao longo do semestre, escolha imagens extraídas de revistas ou jornais: animais em extinção, diferentes profissionais em ação, crianças numa fila de vacinação, mesa com alimentos saudáveis, indivíduos em situações precárias de vida, produtos tecnológicos modernos, mulher grávida, entre outras.

2. Entregue uma para cada aluno e peça que escrevam o que sentem ou pensam sobre a imagem. Isso possibilitará conhecer cada aluno, ou seja, diagnosticar o nível de compreensão em que o aluno se encontra com relação a disciplina em questão, no caso aqui, geografia. Além disso, você vai conhecer gostos, sentimentos, histórias de vida e percepção de mundo dos alunos.

O que vou aplaudir? 

1. Organize os alunos em duplas e selecione temas para serem discutidos. Por exemplo: Brasil, reciclagem de lixo, internet, desemprego, Sol, música, preconceito, educação, saúde pública, segurança. 

2. Escreva a lista no quadro-negro e em pedaços de papel, que são colocados num saquinho. 

3. Cada dupla sorteia um, vai até a lousa e diz se aplaude ou não o tema sorteado. 

4. Peça que cada um justifique sua opinião. Um deve complementar a fala do outro expressando tudo o que sabem sobre o assunto. Com essa atividade, você poderá avaliar o conhecimento do grupo, seu nível de expressão e argumentação e descobrir quais são seus interesses. Essas informações serão valiosas para o seu planejamento. 

Fonte: Dinâmicas adaptadas do link




Estudo Errado

Composição: Gabriel, O Pensador

Eu tô aqui Pra quê?
Será que é pra aprender?
Ou será que é pra sentar, me acomodar e obedecer?
Tô tentando passar de ano pro meu pai não me bater
Sem recreio de saco cheio porque eu não fiz o dever
A professora já tá de marcação porque sempre me pega
Disfarçando, espiando, colando toda prova dos colegas
E ela esfrega na minha cara um zero bem redondo
E quando chega o boletim lá em casa eu me escondo
Eu quero jogar botão, vídeo-game, bola de gude
Mas meus pais só querem que eu "vá pra aula!" e "estude!"
Então dessa vez eu vou estudar até decorar cumpádi
Pra me dar bem e minha mãe deixar ficar acordado até mais tarde
Ou quem sabe aumentar minha mesada
Pra eu comprar mais revistinha (do Cascão?)
Não. De mulher pelada
A diversão é limitada e o meu pai não tem tempo pra nada
E a entrada no cinema é censurada (vai pra casa pirralhada!)
A rua é perigosa então eu vejo televisão
(Tá lá mais um corpo estendido no chão)
Na hora do jornal eu desligo porque eu nem sei nem o que é inflação
- Ué não te ensinaram?
- Não. A maioria das matérias que eles dão eu acho inútil
Em vão, pouco interessantes, eu fico pu..
Tô cansado de estudar, de madrugar, que sacrilégio
(Vai pro colégio!!)
Então eu fui relendo tudo até a prova começar
Voltei louco pra contar:
Manhê! Tirei um dez na prova
Me dei bem tirei um cem e eu quero ver quem me reprova
Decorei toda lição
Não errei nenhuma questão
Não aprendi nada de bom
Mas tirei dez (boa filhão!)
Quase tudo que aprendi, amanhã eu já esqueci
Decorei, copiei, memorizei, mas não entendi
Quase tudo que aprendi, amanhã eu já esqueci
Decorei, copiei, memorizei, mas não entendi
Decoreba: esse é o método de ensino
Eles me tratam como ameba e assim eu não raciocino
Não aprendo as causas e conseqüências só decoro os fatos
Desse jeito até história fica chato
Mas os velhos me disseram que o "porque" é o segredo
Então quando eu num entendo nada, eu levanto o dedo
Porque eu quero usar a mente pra ficar inteligente
Eu sei que ainda não sou gente grande, mas eu já sou gente
E sei que o estudo é uma coisa boa
O problema é que sem motivação a gente enjoa
O sistema bota um monte de abobrinha no programa
Mas pra aprender a ser um ingonorante (...)
Ah, um ignorante, por mim eu nem saía da minha cama (Ah, deixa eu dormir)
Eu gosto dos professores e eu preciso de um mestre
Mas eu prefiro que eles me ensinem alguma coisa que preste
- O que é corrupção? Pra que serve um deputado?
Não me diga que o Brasil foi descoberto por acaso!
Ou que a minhoca é hermafrodita
Ou sobre a tênia solitária.
Não me faça decorar as capitanias hereditárias!! (...)
Vamos fugir dessa jaula!
"Hoje eu tô feliz" (matou o presidente?)
Não. A aula
Matei a aula porque num dava
Eu não agüentava mais
E fui escutar o Pensador escondido dos meus pais
Mas se eles fossem da minha idade eles entenderiam
(Esse num é o valor que um aluno merecia!)
Íííh... Sujô (Hein?)
O inspetor!
(Acabou a farra, já pra sala do coordenador!)
Achei que ia ser suspenso mas era só pra conversar
E me disseram que a escola era meu segundo lar
E é verdade, eu aprendo muita coisa realmente
Faço amigos, conheço gente, mas não quero estudar pra sempre!
Então eu vou passar de ano
Não tenho outra saída
Mas o ideal é que a escola me prepare pra vida
Discutindo e ensinando os problemas atuais
E não me dando as mesmas aulas que eles deram pros meus pais
Com matérias das quais eles não lembram mais nada
E quando eu tiro dez é sempre a mesma palhaçada



quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Carnaval - Escola Municipal Haroldo Jorge Braun Vieira

As regiões brasileiras comemoram o carnaval com manifestações culturais.

O carnaval carioca

Ao som de sambas-enredo e marchinhas,a cidade do Rio de Janeiro recebe milhões de foliões em suas ruas, quadras e na Sapucaí

Região: Sudeste
Rio de Janeiro/ RJ
Ritmos predominantes: sambas-enredo e marchinhas de carnaval
História - No ano de 1840, a alta sociedade carioca começou a realizar bailes de carnaval no Rio de Janeiro. Inspirados nas festas que aconteciam na Europa, os encontros eram regados a muita bebida comida e ritmos tipicamente europeus, como a valsa, a quadrilha. Enquanto isso, nas ruas da cidade, milhares de foliões continuavam a brincar o entrudo - festa portuguesa em que foliões fantasiados dançam e jogam limões de cheiro, farinha ou água nas outras pessoas que brincavam.
Algumas décadas depois, começam a surgir os primeiros cordões e os ranchos carnavalescos cariocas, embalados por muitos elementos da cultura negra. As duas manifestações originaram os blocos de carnaval e as escolas de samba da cidade.
Os cordões eram identificados pela figura do "Zé Pereira", originalmente tocadores de bumbo que acompanhavam procissões em Portugal. Esses personagens se espalharam pelo Rio de Janeiro no século 19 e saíam às ruas cantando o refrão "viva o zé-pereira/ Viva, viva, viva!". Foram os precursores do surdo de marcação, usado até os dias de hoje pelas escolas de samba. Conduzidos por um mestre que comandava o instrumental percussivo, todos os participantes do bloco com seu apito, os cordões eram formados por foliões fantasiados de palhaços, diabos, baianas, morcegos e índios.
Os ranchos se tratavam de cordões mais organizados, com mais luxo e refinamento do que os cordões. O instrumental era composto de violões, cavaquinhos, flautas e clarinetas e embalavam mestres-salas, um coro e uma espécie de ala coreografada.
A primeira escola de samba carioca (Deixa Falar) foi fundada no ano de 1928, no bairro carioca de Estácio, centro do Rio de Janeiro. Anos depois, começou a competição entre elas, disputada na Praça Onze. No ano de 1935, as escolas de samba do Rio de Janeiro passam a ser oficialmente reconhecidas e entram na programação oficial da cidade e elas passam a desfilar na Avenida Rio Branco. Em 1962, o Departamento de Turismo da cidade construiu arquibancadas e implantou a venda de ingressos no circuito das escolas de samba. Vinte e dois anos depois, o sambódromo carioca foi inaugurado. O espaço, projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, possui 85 000 metros quadrados. As disputas do grupo especial e dos grupos de acesso das escolas de samba cariocas acontecem no mesmo espaço desde então.

Samba-enredo - Como o próprio termo sugere, o samba-enredo é aquele que narra a história que a escola de samba vai apresentar na avenida. O gênero surgiu na cidade do Rio de Janeiro no ano de 1930 e na mesma década já se popularizou nas quadras das agremiações. De acordo com o livro "Almanaque do Carnaval", o encurtamento dos sambas enredo e a massificação deles foram a base do esvaziamento do papel do samba-enredo durante o desfile. Para alguns críticos, sua função se restringe a mero fundo musical do espetáculo.

Marchinha - Esse gênero musical tem origem nas marchas populares portuguesas e foi o principal ritmo do Carnaval brasileiro da década de 1920 à década de1960. Também chamada de marcha de Carnaval, as marchinhas tiveram a pianista Chiquinha Gonzaga como mãe de composição. As marchinhas atingiram seu auge com as interpretações de nomes consagrados da música popular brasileira, entre eles Carmen Miranda, Dalva de Oliveira, João de Barro, o Braguinha, Noel Rosa, Ary Barroso e Lamartine Babo.


O desfile - No Rio de Janeiro, cada escola do grupo especial possui 82 minutos de desfile e chega a ter 5000 componentes. As escolas têm seus integrantes divididos em alas, e cada ala desfila com a mesma fantasia. Toda agremiação possui uma bateria, composta por aproximadamente 500 ritmistas, que tocam os instrumentos de percussão. Uma ala de baianas, figura tradicional do carnaval carioca, é obrigatória. A escola que levar menos baianas do que o regulamento prevê, inclusive, perde pontos.
O desfile começa com os integrantes da comissão de frente, formado por 15 pessoas em média que vem na frente da escola, em geral com uma apresentação teatral ou coreográfica.
As alegorias, que são os carros alegóricos, são espaços reservados para os destaques, figuras centrais do enredo, os passistas que são os componentes que desfilam "sambando no pé", já que as alas evoluem e não sambam. Algumas alas apresentam coreografias ensaiadas, e atualmente os componentes dos carros também podem apresentar coreografias. Também fazem parte do desfile os diretores de harmonia, que são integrantes responsáveis pela organização do desfile, o casal de mestre sala e porta bandeira, responsáveis pela condução do pavilhão da escola. Todos os componentes devem cantar o samba enredo, liderados pelo cantor oficial da escola, o intérprete.
Os quesitos julgados são: Harmonia, mestre-sala e porta-bandeira, conjunto, evolução, comissão de frente, fantasias, alegoria, enredo, bateria e samba-enredo.

Os blocos de rua
 - Apesar de o Rio de Janeiro possuir uma tradição muito forte de escolas de samba, o carnaval de rua da cidade também é bastante movimentado. No ano de 2011, aproximadamente cinco milhões de pessoas brincaram pelos bairros do Rio. Embalados pelas tradicionais marchinhas ou por sambas enredo criados pelos compositores de cada bloco, que possui dia e hora para sair, bem como um circuito definido.
Alguns blocos famosos: Banda de Ipanema, Imprensa que eu gamo, Bloco do Barbas, Simpatia é quase amor, Suvaco do Cristo, Cordão do Bola Preta, Cacique de Ramos.

O carnaval baiano

Conheça as origens do carnaval que atrai milhões de pessoas de todo o mundo e mistura ritmos, raças e crenças em um só cenário
Região: Nordeste
Salvador - Bahia
História - A origem do carnaval baiano é a mesma de todos os carnavais comemorados nas áreas urbanas brasileiras no início do século 20. Blocos, cordões e sociedades carnavalescas existiam em todo o estado. As manifestações mais populares eram concentradas na Baixa do Sapateiro, onde a grande diversão era fazer brincadeiras muito próximas as do entrudo. É na década de 50 que o carnaval baiano começa a tomar a forma que conhecemos hoje - com foliões se divertindo atrás de carros de som, que posteriormente, seriam batizados de trios elétricos.
Trio elétrico é o nome pelo qual é chamado o caminhão adaptado com aparelhos de sonorização com estrutura para shows de aproximadamente sete horas. O carro que deu origem ao que chamamos de trio elétrico hoje foi criado pelos amigos Adolfo Antônio do Nascimento (Dodô) e Osmar Alvares Macedo (Osmar), no ano de 1950. Osmar, que era proprietário de uma oficina mecânica, decidiu decorar um Ford 1929 com vários círculos coloridos, como se fossem confetes e colou uma placa com os dizeres "Dupla elétrica". Dodô montou uma fonte que foi ligada à corrente de uma bateria de automóvel, que alimentava o funcionamento dos alto-falantes instalados no carro. A dupla saiu no domingo de carnaval pelas ruas de Salvador e arrastou milhares de folião. No ano seguinte, a dupla convidou um amigo para formar um trio, o "trio elétrico".
A partir de então, novos trios elétricos surgiram no carnaval de Salvador. Nessa época, os músicos ainda tocavam em cima de caminhonetes, em estruturas bem diferentes dos trios atuais. Na década de 60, a Prefeitura de Salvador começou a promover concursos de trios elétricos, assim, os desfiles dos trios se tornava tradição na Bahia. Isso permitiu que no decorrer dos anos, os carros fossem aperfeiçoados e já na década de 80 existiam trios com palcos giratórios e elevadores automáticos.
No início da década de 1990, o carnaval de Salvador passa a ser profissionalmente comercializado e atrai dezenas de patrocinadores, sem necessitar tanto do aporte da Prefeitura de Salvador. A partir de então, novos ritmos passaram a fazer parte da festa, como o pagode e a música afro.
Para organizar o público de cada bloco carnavalesco e tornar os trios economicamente rentáveis foram criados os abadás, camisas identificadas com os nomes e cores de cada bloco, que dão direito aos foliões brincar dentro das cordas.
Aos foliões que não possuem abadá também é dado direito de brincar o carnaval. Batizados de pipoca, esse público curte o carnaval do lado de fora dos trios e pode acompanhar o artista de sua preferência ao longo do circuito. Existem três circuitos principais.

Ritmos predominantes
 - Axé e afoxé
Axé music
Axé music, a partir da década de 90, os baianos adotaram o estilo musical como trilha sonora dos preparativos para o Carnaval. O ritmo representa a união entre vários estilos (afro, frevo baianos, samba). Nomes como Daniela Mercury, Margareth Menezes e Luiz Caldas ajudaram a projetar o axé music para o Brasil todo. O ritmo rapidamente se espalhou pelo país todo (com a realização de carnavais fora de época, as micaretas), e fortaleceu-se como indústria, produzindo sucessos durante todo o ano.
Afoxé
De origem iorubá, a palavra afoxé poderia ser traduzida como "a fala que faz". Para alguns pesquisadores seria uma forma diversa do maracatu. Três instrumentos básicos fazem parte desta manifestação. O afoxé (ou agbê), cabaça coberta por uma rede formada de sementes ou contas, os atabaques, e o agogô, formado por duas campânulas de metal. As melodias entoadas nos cortejos dos afoxés são praticamente as mesmas cantigas entoadas nos terreiros afro-brasileiros que seguem a linha jexá. O Afoxé, longe de ser, como muita gente imagina, apenas um bloco carnavalesco, tem profunda vinculação com as manifestações religiosas dos terreiros de candomblé.
Como se comemora -Durante o Carnaval, a cidade de Salvador costuma receber mais de dois milhões de turistas vindos de todo o mundo. A festa é dividida em três circuitos - Osmar (Campo Grande), Dodô (Barra-Ondina) e Batatinha (Centro Histórico), mas há também palcos alternativos com atrações de rock, hip hop, música eletrônica e samba. Trios dos mais variados estilos se intercalam nos três circuitos principais - atrás de um trio elétrico de uma banda de axé pode vir um bloco afro, um afoxé. Em Salvador, a folia dura seis dias, começando numa quinta e indo até a terça de Carnaval. Em 2005, o evento foi eleito pelo Guinness Book o maior carnaval de rua do mundo, com 2 milhões de foliões.


Frevo, maracatu e bonecões distribuídos pelas ladeiras de Pernambuco embalam o  tradicional carnaval do estado
Região: Nordeste
Olinda, Pernambuco
Carnaval de Olinda
Ritmos predominantes
 - frevo e maracatu
Maracatu
Existem dois tipos de maracatu, o de Baque Virado, também conhecido como Maracatu Nação, e o de Baque Solto, também chamado de Maracatu Rural. O registro mais antigo que se tem sobre o Maracatu de Baque Virado data de 1711, mas sua origem é incerta. O que se sabe é que ele surgiu em Pernambuco e vem se transformando desde então. A manifestação tem relação com o candomblé (religião de matriz africana) e com a coroação de escravos negros, antiga estratégia de dominação desse povo pelos colonizadores. O ritmo é marcado por instrumentos de percussão e a dança se desenvolve num cortejo que conta com rei, rainha e toda uma corte simbólica. Já o Maracatu Rural não tem vínculo religioso e se associa ao folclore pernambucano. As personagens principais dessa manifestação são os caboclos de lança, representados por trabalhadores rurais que com as mesmas mãos que cortam cana, lavram a terra e carregam peso, bordam suas fantasias e tocam o ritmo acelerado da música.
Frevo
Muito mais do que apenas um ritmo, o frevo é uma manifestação cultural genuinamente pernambucana que mistura música e dança. O frevo surgiu na cidade de Recife no seio das classes trabalhadoras, que no final do século 19 se organizavam em agremiações carnavalescas conhecidas como "clubes pedestres". Esses grupos passaram a ocupar os espaços urbanos antes dominados apenas pelos chamados "clubes de alegoria e críticas", que abrigavam as oligarquias locais e pretendiam mostrar um carnaval culto, no qual não havia espaço para os pobres.

História - A história do carnaval de Olinda se confunde com a história da folia no Recife, capital de Pernambuco. A configuração atual do carnaval de Pernambuco é relativamente recente, que foi marcado pelo surgimento de agremiações como o Clube Carnavalesco Misto Lenhadores (1907), e o Clube Carnavalesco Misto Vassourinhas (1912) - ambos ainda presentes nos carnavais da atualidade.
O carnaval de Olinda, especificamente, preserva as tradições da folia pernambucana. Todos os anos, pelas ruas e ladeiras da Cidade Alta desfilam centenas de agremiações carnavalescas e tipos populares, que mantêm vivas as genuínas raízes da mais popular festa do Brasil. São clubes de frevo, troças, blocos, maracatus, caboclinhos, afoxés, cujas manifestações traduzem a mistura dos costumes e tradições de brancos, negros e índios, base da formação da cultura brasileira.

Em 1977 o carnaval de Olinda se tornou eminentemente popular. Nesse ano, foram abolidos da folia olindense a comissão julgadora, a passarela e o palanque das autoridades, elementos considerados cerceadores da plena participação popular, o que lhe garantiu através do tempo o título de "Carnaval Participação". Hoje, mais de um milhão de pessoas vindas de todo o mundo lotam as ruas e ladeiras do Sítio Histórico da cidade em busca da efervescência e da alegria da festa. Uma folia alimentada por cerca de 500 agremiações carnavalescas locais e de outros municípios pernambucanos.

O desfile - Em Olinda a festa do frevo é eminentemente democrática e popular, características que se evidenciam na convivência harmoniosa do frevo com outras manifestações culturais da cidade, como o maracatu. Uma festa que, a cada ano, se torna ainda mais participativa graças à disposição do governo de Olinda de resgatar as características culturais e ampliar a integração popular de uma das maiores manifestações coletivas do Brasil.
Dentre os elementos característicos da folia olindense estão os bonecos gigantes, dos quais todo ano são criados novos tipos, e hoje já são mais de uma centena desfilando nas ruas e ladeiras da cidade. Esses bonecos são uma herança europeia e têm sua origem nas procissões do século 15, nas quais os bonecos acompanhavam os cortejos religiosos. O primeiro boneco a sair às ruas de Olinda foi o Homem da Meia-Noite, que anima a folia desde 1932. Os tipos populares também sempre desfilam pelas ladeiras de Olinda. A cada ano, eles representam personagens inspirados tanto nos noticiários, como nos mais tradicionais costumes, carregando em suas fantasias a crítica social tradicionalmente presentes no carnaval da cidade.
O carnaval é aberto a todos; não existe cobrança de ingressos ou necessidade de abadás. Desde cedo, crianças são trazidas pelos pais para participar da festa; de outro lado, pessoas da terceira idade retornam à juventude e também caem na folia. Em Olinda, os festejos são protagonizados pelo povo. Não existem sambódromos na cidade: todas as ruas são tomadas pelo povo. Não há trios elétricos em Olinda: a animação e o ritmo são mantidos pelos populares, que formam grupos de todos os matizes, com variados instrumentos e tocando as músicas que desejarem. Não há programação no carnaval de Olinda: há apenas um dia para começar e outro para terminar; há blocos que ficam até tarde da noite, outros que saem no começo da manhã. Considerado o maior bloco do mundo, o Galo da Madrugada arrasta 1,5 milhão de pessoas para o centro do Recife.


Um dos elementos mais tradicionais do folclore brasileiro é comemorado há mais de 200 anos em São Luís do Maranhão

Região: Nordeste
São Luís - Maranhão
Bumba-meu-boi 
História - A festa do Bumba-meu-boi, uma tradição que se mantém desde o século 18, arrasta maranhenses e visitantes por todos os cantos de São Luís. Em homenagem ao protetor do auto, São João, a festa acontece principalmente entre os meses de junho e julho, mas há muitos eventos fora de época que ocorrem durante todo o ano. O enredo do Bumba-meu-boi conta a história de Pai Francisco, um escravo que, para saciar o desejo de sua esposa grávida por uma língua de boi, mata o gado de estimação do senhor da fazenda. Percebendo a morte do boi, o senhor convoca pajés e curandeiras para ressuscitar o animal. O boi volta à vida e a comunidade festeja.
Essa história é um retrato das relações sociais e econômicas vigentes naquela região no período colonial. O nordeste brasileiro vivia da monocultura e da criação de gado, apoiando-se em um regime de escravidão.
Somente na cidade de São Luís, capital do Maranhão, existem mais de cem grupos de Bumba-meu-boi. Cada um deles tem o seu sotaque, ou seja, uma forma própria de se expressar através das vestimentas, da coreografia, dos instrumentos escolhidos e da cadência da música.

Ritmo predominante - Toada
A toada não se trata de um ritmo exclusivamente maranhense. Pode ser composto por melodias de diversos tipos - simples, ora chorosa e triste, ora álacre e buliçosa, ora cômica ou satírica. Em geral, as toadas não são romanceadas, mas possuem estrofes e refrãos.

O desfile - A encenação do bumba-meu-boi maranhense é uma espécie de auto em que se misturam teatro, dança, música e circo. Tradicionalmente realizado no período das festas juninas (em alguns lugares também no Natal e no Carnaval), o bumba-meu-boi encena o rapto, morte e ressurreição do boi — uma história de certa forma metaforiza o ciclo agrário. Musicalmente, ele engloba vários estilos brasileiros, como os aboios, canções pastoris, toadas, cantigas folclóricas e repentes, tocados em instrumentos típicos do país, tanto de percussão como de cordas. Os principais elementos do espetáculo são: o boi, o vaqueiro, o donos da fazenda, os músicos e os personagens principais da lenda - Nego Chico e Catirina. O auto do bumba-meu-boi sempre é acompanhado por uma banda musical. Vários ritmos e instrumentos são utilizados: só no Maranhão há mais de cem grupos folclóricos. Em alguns estilos (ou sotaques, como dizem os maranhenses), dá para ouvir até banjos e saxofones. Os instrumentos mais comuns, porém, são os de percussão: tambores, pandeirões, matracas (dois pedaços de madeira batidos um contra o outro), maracás (uma espécie de chocalho) e tambor-onça (tipo de cuíca rústica, de som gravíssimo). O festejo se divide em quatro etapas. Ainda na preparação começa o primeiro estágio, os ensaios. Eles se iniciam no sábado de aleluia e terminam dia 13 de junho, dia de São João, ou no sábado mais próximo dessa data. A segunda fase é o batismo, quando o boi recebe todas as bênçãos do padroeiro da festa. A celebração com brincadeiras em arraiais durante todo o período de festa junina é a terceira etapa. A quarta e última etapa é a morte do boi, que acontece no final do mês de julho e termina definitivamente em outubro.


O Festival de Parintins

Como se comemora a uma rivalidade centenária entre os bois Garantido e Caprichoso


Região Norte
Manaus, AM
Festival de Parintins
Considerado uma das maiores festas regionais do país, o Festival de Parintins não acontece durante o carnaval, mas pode ser comparada às grandes manifestações carnavalescas que acontecem pelo Brasil, por sua importância e grandiosidade. Presente no calendário oficial de eventos de ou Parintins desde 1965, o evento se repete todo mês de junho. O nome do festival é originário do lugar onde ela acontece, a Ilha de Parintins, a 420 quilômetros de Manaus.
Durante o festival é representada uma rivalidade quase centenária entre dois grupos que encenavam nas ruas de Parintins o folclore do boi-bumbá, uma variação do bumba-meu-boi nordestino. Os bois encenam a lenda de Catirina, uma roceira que teve o desejo de comer língua de boi durante a gravidez. Para satisfazer o desejo dela, Negro Francisco, marido de Catirina, mata o boi favorito de seu patrão. Por causa disso, ele foi ameaçado de morte. Um pajé ajuda Francisco e ressuscita o boi.
O boi Garantido, fundado em 1913, foi o primeiro a encenar a lenda de Franscisco e Catirina. Nove anos depois foi fundado o boi Galante, que viria a se chamar Caprichoso a partir de 1925. O Garantido, de cor vermelha, é o boi mais popular, enquanto o Caprichoso, de cor azul, representa a elite amazonense.
Até o ano de 1987, a disputa entre os bois aconteciam no centro de Parintins. No ano seguinte foi construído uma arena, para onde as apresentações foram transferidas. Hoje, o evento recebe cerca de 100 mil pessoas no "bumbódromo" nas três noites de disputa. Diferentemente do que acontece nos sambódromos, apenas 5% dos ingressos do bumbódromo são vendidos, o restante é distribuído de graça para as torcidas dos bois.

Ritmo predominante - Toada
As toadas são cantigas que em geral refletem as peculiaridades regionais do Brasil, ou seja, não se trata de um ritmo exclusivamente amazonense. Pode ser composto por melodias de diversos tipos - simples, ora chorosa e triste, ora álacre e buliçosa, ora cômica ou satírica. Em geral, as toadas não são romanceadas, mas possuem estrofes e refrãos. Até o final dos anos 80, no Amazonas, as toadas eram músicas cujas letras exaltavam o boi e a cultura cabocla parintinense. Na década de 90, a temática indígena que foi introduzida com sucesso no Boi Bumbá de Parintins, ganhou mais força, principalmente com o advento dos rituais indígenas, que se tornaram o ponto alto do Festival. Com o sucesso de tais toadas, o público da capital, Manaus, adotou a toada como símbolo da cultura amazonense.

O Desfile - Cerca de 3 500 integrantes de cada boi desfilam por noite, divididos em 30 tribos (uma espécie de ala de escola de samba). Cada boi possui um mestre de cerimônias, que narra o enredo e as alegorias. O Garantido e o Caprichoso desfilam por três noites, em apresentações que duram duas horas e meia. As coreografias dos bois são ensaiadas durante seis meses nos "currais", espaços equivalentes às quadras de escolas de samba.
Em Parintins, cada boi apresenta cerca de 20 toadas - canções de melodia simples sobre a lenda do boi-bumbá - acompanhados por uma bateria composta por aproximadamente 500 músicos. As alegorias são empurradas por pessoas e podem chegar a 40 metros de comprimento e 12 metros de altura.



Fonte: Nova Escola

Carnaval - Escola Municipal Haroldo Jorge Braun Vieira


Carnaval

O Brasil possui diversas formas de comemorar o carnaval. 

Ritmos dos carnaval pelo Brasil
Carnavais pelo Brasil

Carnavais pelo Brasil

Carnavais pelo Brasil

Carnavais pelo Brasil

Carnavais pelo Brasil

Carnavais pelo Brasil

Carnavais pelo Brasil

Carnavais pelo Brasil

Matriculas - Escola Municipal Haroldo Jorge Braun Vieira

Matrículas abertas para a Educação de Jovens e Adultos -  EJA 2013

Campanha 'Volte a Estudar' do EMEIF Haroldo Braun Vieira tem como objetivo alcançar jovens e adultos que não concluíram os estudos. Maiores de 15 anos que não terminaram o ensino fundamental têm a oportunidade de voltar a estudar na Educação de Jovens e Adultos. 

Os interessados devem matricular-se durantes os meses de fevereiro e março nas unidades escolares da rede municipal, de segunda a sexta-feira, das 7 às 20 horas.

Documentos necessários


  • Cópia da Certidão de Nascimento ou Casamento;
  • Cópia do Registro Geral (RG);
  • Cópia do comprovante de endereço;
  • Pasta escolar;
  • 3 fotos 3 x 4 recentes.

sábado, 15 de dezembro de 2012

Natal - Escola Municipal Haroldo Jorge Braun Vieira



EMEIF Haroldo Jorge Braun Vieira
Turma: EJA III  
Professora: Izabel Gadelha

JUSTIFICATIVA
Facilitar a aquisição e a construção de conhecimentos das tradições de Natal de forma participativa, a partir dos conhecimentos prévios dos alunos integrando diversas áreas do conhecimento e envolvendo aspectos históricos, sociais, culturais, biológicos, etc.

CONTEÚDOS
 CONTEÚDOS CONCEITUAIS
• Saber sobre a origem do Natal.
• Reconhecer a importância das boas ações para a vida e para a humanidade.
• Conhecer os significados dos vários símbolos natalinos:
- Ciências - Elementos da ceia de Natal
- Geografia - Símbolos de Natal - bonecos de neve, meia na lareira, roupa do Papai Noel. 
- Religião - Troca de presentes e presépio.
- História - Tradição do peru na ceia natalina, enfeites de natal.
- Contos, filmes, sobre o Natal - A importância de se estar junto de quem se ama, confraternizando e compartilhando do verdadeiro espírito de Natal.


 CONTEÚDOS PROCEDIMENTAIS
• Ouvir histórias, poesias e textos informativos relacionados ao tema.
• Realizar atividades que proporcionem a confraternização, o construir conjuntamente.
• Observar as diversas tradições de comemorar o natal pelo mundo, inclusive dos países não Cristãos.
• Analisar as comemorações das famílias dos alunos e discutir sobre as diferenças.
• Ouvir músicas, assistir a vídeos que tratem do tema.
• Construir presentes artesanais que serão trocados nos amigos-secretos.
• Confeccionar enfeites para a árvore da escola.
• Realizar atividades diversificadas que envolvam todas as áreas do conhecimento.

 CONHECIMENTOS ATITUDINAIS
• Que o aluno saiba que o natal representa o amor de Jesus, e a importância de suas mensagens para melhorar o mundo em que vivemos.
• Que perceba o verdadeiro significado de praticar boas-ações e continue a fazê-las todos o dias de sua vida.
• Participar de momentos de união que os socializem e os marquem para sempre positivamente.
• Valorizar a família,

 OBJETIVOS GERAIS
• Incentivar os jovens e adultos a vivenciarem o amor e o respeito pelas pessoas;
• Valorizar a convivência familiar, a vivência do amor entre as pessoas;

 ETAPAS PREVISTAS
LINGUAGEM ORAL E ESCRITA
• Leitura de textos, histórias poesias que falem sobre o assunto.
• Produção coletiva de pequenos textos (cartões de natal)
• Escrita espontânea.
• Atividades diversificadas envolvendo a escrita de palavras significativas sobre o assunto estudado.

MATEMÁTICA
• Situações-problema envolvendo o tema.
• Estatísticas (quantos países comemoram o natal, quantos não comemoram).

NATUREZA E SOCIEDADE
• Vídeos que abordam o tema Natal.
• Pesquisa sobre as comemorações do Natal pelo mundo e suas peculiaridades.

ARTES
• Recorte e colagem
• Confecção de cartões de natal.
• Confecção dos enfeites da árvore.
• Atividades diversas, músicas e cantigas relacionadas ao tema.
• Coral de músicas natalinas
• Peça sobre o nascimento de Jesus e Presépio vivo


AVALIAÇÃO
• Exposição de trabalhos e apresentações de canto e teatro no final do projeto (dia da confraternização de natal).



Comemoração dos Aniversariantes do 2° semestre de 2012
























Novembro - Escola Municipal Haroldo Jorge Braun Vieira